
Contemplado no Prêmio Catarinense de Cinema, O fio perdido é o primeiro longa-metragem de ficção do roteirista, diretor e montador Rodrigo Amboni.
O filme mergulha nas impressões e nas memórias do casal Rubens e Rafaela, trazendo seus medos, suas dores e suas lembranças mais profundas.
O roteiro, escrito sem um argumento prévio, foi construído a partir de poemas que foram aos poucos tomando formas de fragmentos visuais e sonoros até formarem uma constelação de cenas que articulam a narrativa a partir do sensorial, explorando as texturas, as vozes, a sonoridade, as cores e os movimentos.
Realizado na ilha de Santa Catarina, o filme adentra por paisagens sombrias e bucólicas da cidade, dando a elas uma atmosfera onírica e uma sutileza poética que são a base de uma narrativa que trata sobre a memória, a solidão, a perda e o luto.
O projeto é uma realização da produtora Kairos, do Prêmio Catarinense de Cinema, Fundação Catarinense de Cultura, Governo do Estado de Santa Catarina e contou com o apoio de Lua Filmes, Canarin Art Media, Calendula Filmes, Ateliê Arte Viva, +Dill e Aktoro – Escola de formação de atores.
Sinopse
Travessia pelos recônditos da alma. O enfrentamento da morte e do luto permeado por espectros que tramam memórias, sonhos, alucinações e medos.
Duração: 82 minutos